‘Professor
dos Professores’ ![]() |
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Sobre Fazer Perguntas Orador: É importante não se julgar. Olhe para os apóstolos
com Jesus... perguntas, perguntas, perguntas, perguntas. Ele ficou só
falando e falando e falando. Este simplesmente parece ser o jeito que
chegamos ao esclarecimento. Participante 1: Eu estava lendo alguma coisa que pareceu evadir, que as perguntas vem do ego e que as respostas vem do Espírito Santo. “Em você está ambas as perguntas e respostas. A exigência do sacrifício e a paz de Deus”. Então, a pergunta é a exigência do sacrifício e a paz de Deus é a resposta. Orador: Bem, eu não coloco todas as questões imediatamente numa categoria do ego. Mais uma vez, Jesus simplifica isso. Você está fazendo uma pergunta ‘real’ ou fazendo uma pseudo-pergunta? E ele diz um pouco depois numa parte do texto que a pseudo-pergunta é uma pergunta do ego porque ele pergunta e responde também. Então da forma que eu tenho colocado em palavras é, ‘Qual dessas ilusões eu quero ou prefiro?’ Isto é o que está atrás do nosso questionamento conforme passamos o dia. Mesmo se não temos uma pergunta consciente do que estamos pensando, ‘O que eu vou tomar de café da manhã?... Qual dessas ilusões eu prefiro?... O que eu vou fazer depois, isso ou aquilo?... Qual dessas ilusões eu prefiro?’ A pergunta real é voltá-la para o sobre, ‘Para que serve isso?’ E assim é o que você está começando a perguntar em todas as situações aparente, você está só perguntando, ‘Para que serve isso?’. É uma verdadeira pergunta profunda. Não é sobre o que está na tela. É sobre, ‘Qual é o propósito disso?’. E isto é uma pergunta muito útil. Participante 1: Mmm Hmm. Orador: Uma mente fechada não questiona em absoluto. Ela é arrogante. Ela pensa que sabe que a separação é uma realidade. Uma mente fechada pode até tentar se enganar e fazer as pseudo-perguntas que já foram respondidas na construção das perguntas. E assim ela ainda não está realmente fazendo uma pergunta. Mas uma rachadura de abertura vem quando a mente começa a fazer essas perguntas reais na forma de propósito. E quanto mais ela pergunta, mais ela se abre e abre e abre para a luz. E uma vez que ela esteja toda aberta como uma flor não há mais perguntas porque a resposta, a luz, é evidente. Isto tem me ajudado porque assim eu não tenho entrar nisso de colocar todas as questões na categoria do ego. E as pessoas levantam essa questão de quando em quando e elas dizem, ‘Eu nem mesmo quero dizer alguma coisa porque toda pergunta que faço é do ego.’ E nós sabemos que fazer perguntas e nos unirmos com a sincera intenção que pode realmente ser útil. Participante 2: Então a pergunta real é dirigida à mente? Orador: Sim. Participante 2: Ela trata de conteúdo, não de forma. Orador: Não é analítico. Não fragmenta. Com a Participante 2, um de seus maiores assuntos eram as perguntas “curiosas”. Participante 2: [rindo] Orador: Ela fazia perguntas sobre formas; sobre como as coisas funcionavam mecanicamente seja o computador ou máquinas diferentes ou carros ou natureza. Participante 2: Ou motivos… ‘Por que você acha que alguém fez isso? Orador: … motivos sobre pessoas. E o que aconteceu foi que isso
só chegou ao ponto onde nós ficávamos girando em
círculo o tempo todo e lá vinha. E eu só “quero
saber, quero saber, quero saber” ou “uma outra questão
de curiosidade”. Então ela começou a compartilhar com outros. Fomos dar uma passeio na mata com alguns amigos, um violinista, e ele estava dizendo, “Eu queria saber de onde vem esse córrego?” E então a Participante 2 começou a ensinar sobre as perguntas “curiosas”. Participante 2: E de todas as coisas profundas que eu pensei que foram ditas naquele dia todo, que é uma coisa que ele me lembrou [gargalhando] que não é o que eu teria pensando foi a coisa mais memorável dita naquele dia, mas eu realmente entendi, aparentemente. O que eu ia dizer antes, Participante 1, é que existem dois
contextos diferentes em que você pode manter seu questionamento.
Um contexto é que é um sinal de fraqueza e o outro contexto
é que é um sinal da minha disposição que
significa os tipos de questões que aquele Orador descreveu, uma
questão da mente. Orador: Isto foi o assunto da nossa viagem no oeste. E o negócio é que a Participante 2 me disse que ela não se lembra muito sobre aquela viagem. Mas ela simplesmente me ocupou com perguntas atravessamos das grandes planícies milhas e mais milhas, plantações de milho, plantações de trigo... você sabe quanto tempo isso faz desde a sua recente viagem. Havia uma pergunta que levava a outra pergunta e então outra. E não demorou muito, não estávamos muito longe quando ela finalmente perguntou, “Todo problema é só um problema por causa da crença da separação de Deus?” As perguntas delas vinham de todos os ângulos diferentes de todos esses aparentes problemas diferentes no mundo... relacionamentos... e isto e aquilo... e todas as vezes estava traçado de volta para a “causa” a “causa irreal dos efeitos irreais”. Então finalmente o questionamento se voltou para: “São todos a crença na separação de Deus?” Isto pode parecer assombroso que isto poderia ser tão simples. Mas é a simplicidade da salvação para vê-la realmente nítida desse jeito. Participante 2: E é como se você tivesse que passar por toda aquela série de perguntas antes de começar a generalizar. E quando a mente consegue realmente chegar ao ponto da generalização então há um reconhecimento que você não tem desenterrar cada pequeno conceito e crença porque realmente não há diferenças. É tudo a mesma coisa. Orador: Isto é colapsar to tempo. Participante 2: Que todas as ilusões são uma, isto é o colapso do tempo. Participante 1: Estou sentindo isso também. Que todo pequeno conflito, eu não tenho que mencionar pequeno conflito. Mesmo se eu não mencionasse isto esta noite e você mencionasse sua experiência com o mecânico do carro em vez disso, nós estaríamos ainda girando em círculos na mesma idéia. Tudo é útil não importa como vem à tona. Orador: E isto é um alívio também porque pode haver uma crença que você tem que derramar tudo. E é um alívio que você não tem que examinar minuciosamente cada coisinha. Participante 3: Esta noite você mencionou várias vezes toda a idéia do perdão e eu sentado aqui pensando, “O que é o perdão?” Eu só queria uma resposta rápida resumida. Então, eu acho que o Espírito Santo me deu isso uns poucos minutos atrás quando eu entendi que eu quero ficar aborrecido com algo na tela, que o perdão está dizendo, “Obrigado por mostrar isso para a minha mente, obrigado por permitir que eu veja esta parte da minha mente.” E só lembrando de ficar num estado de gratidão. Orador: Porque você é o sonhador. Da posição do sonhador, é totalmente gratidão para tudo e todos na tela porque é só uma projeção. Porque é apenas uma projeção, apenas falsidade. Eu não tenho que mudar isso, não tenho que consertar isso ou lutar ou qualquer coisa. Isto é o que é alegria. E que o sonhador sabe que o sonhador é causador... em outras palavras, a mente é a causadora e não o mundo. Então, eu sonhei isso tudo; não foi feito para mim como uma pessoa ou uma figura na tela. Eu sonhei. SonhEI. Isto é passado, tempo passado - é sempre importante para mim porque então, eu não tenho que entrar nessa de culpa e culpar. Estou fazendo isso comigo mesmo... Ah, eu “fiz” isso comigo mesmo. Desta posição estratégica, eu posso assistir calmamente.
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